segunda-feira, 1 de novembro de 2010

PS: Halloween

Desde já peço desculpas por um lapso de atenção no último post: nada falei dos mortos-vivos! Criaturas mais que presentes no Halloween, presentes no limiar entre o nosso mundo e a pós-vida, e que a história já dá sua importância a eles.

A primeira a ser lembrada aqui é a Joni Mitchell. De volta ao movimento hippie, com uma voz suave e ao mesmo tempo poderosa, de lirismo simples e arranjos idem, a canadense encantava a todos que a dessem ouvidos por alguns segundos. É com certeza a precursora dessa leva - um tanto quanto enjoativa - de compositoras como Florence and The Machine, She & Him, Fiona Apple, Kate Nash e afins. Mesmo gostando da maioria delas, admito que a originalidade não é o forte desse pessoal. Hoje em dia ela não tem grandes projetos ou aparições (zumbi). Para quem não conhece, vale a pena começar com Blue (1971). O vídeo é auto-explicativo:


Muito bonito.

Há quem diga que ele não é de fato um zumbi, mas um imortal. Não entrando no mérito da dúvida de como ele ainda respira, Iggy Pop é uma figura memorável não só para o rock, mas também para a cultura pop (se é que a diferença é tanta assim). E por ele ser uma figura muito conhecida, pouca gente o conhece de fato.

Pode parecer um pensamento confuso, mas faz sentido. Muitas coisas caem no senso comum; e por mais óbvio que isso possa ser, começamos a conhecer cada vez menos desse objeto. Exemplo dessa "teoria" é Iggy Pop. São poucos que nunca ouviram falar dele, sabem uma ou outra música dele, mas seus trabalhos mesmo não são tão explorados quanto merecem - pelo menos hoje em dia. É impossível falar de punk e tudo o que veio com isso sem citá-lo. Na internet é fácil de achar os melhores álbuns do Iggy, tanto com os Stooges quanto solo (fujam do mais recente dele, fica a dica).

Excêntrico, perfomático, doido, drogado...chame do que quiser:

Já viram "Trainspotting"?

Agora que já vimos os zumbis, acho justo terminar esses posts de Dia das Bruxas.

Até a próxima!

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