Feliz Dia das Bruxas!
As recomendações de hoje seguirão o clima de Halloween, com dois artistas que já morreram mas que a presença deles está mais viva que nunca - digo musicalmente, ok?!
Muitas das bandas veneradas dos dias de hoje puxam inspiração de Ian Curtis, líder do Joy Division. Não se assuste se descobrir por aqui que Interpol não é tão original assim, que "Shadowplay" não é do Killers, e essa voz desleixada e grave já era usada nos anos 70. Principalmente nas bandas inglesas, os ouvidos mais atentos percebem a bateria marcial aqui, o baixo retilínio acolá e os riffs grudentos de teclado e guitarra em quase todas as bandas mais pedidas. Quem não conhece está atrasado. Mas não se preocupe caso a carapuça tenha servido, antes tarde do que nunca e fico feliz em te apresentar. Para os que conhecem, se já não perceberam, tente reconhecer as semelhanças com Editors, Franz Ferdinand, Arctic Monkeys, The Nationals, The Strokes...
o audio está meio ruim...
Agora assita isso:
Reciclagem, a gente se vê por aqui.
Outra perda para a música, essa mais recente, é Elliot Smith. O americano fazia com brilhantismo esse folk rock que tenta se reerguer no grande público, sem cair na melancolia barata ou no experimentalismo típico de gente que quer ser artista demais. A influência dele ainda não aparece com tanta força - numa análise macro do que acontece-, mas não demorará e teremos artistas se consagrando com um arranjo disfarçado de Smith. Para quem não conhece, inicie com o álbum "Either/Or" de 1997.
So, Trick or Treat? Tem gente que gosta mesmo é de se fantasiar.
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